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BIBLIOTECA DOS AUTORES DA EPC






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Voa numa velocidade acima de 800 k/h. è o transporte mais veloz do mundo. suporta mais ou menos 500 pessoas sentadas em confortáveis poltronas. Mas quando cai são
mais ou menos 500 passageiros mortos com pressa de viver a vida
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Já uma carreta puxada por bois , conduz uma familia de um ponto a outro com segurança porque sabe que vai chegar
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"Entre os pontos extremos da pressa a vida corre, mas a morte chega primeiro"
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Nos pagos de Cangu
çu, nos idos de 1950 era comum as familias se visitarem. No interior as carroças se cruzavam na estrada cheias de crianças e adulto que passariam o fim de semana em algum rancho amigo. Sob o sol quente as mulheres se abrigavam sob sombrinhas ou guarda-sóis. Carretas caleças, charretes, e cavaleiros se cruzavam para rumos diferentes mas todos no agradavel costume de se visitarem. Hoje isso não acontece mais. Os tempos estão mudando, para pior. Os sentimentos autônomos e as atitudes independentes, tem levado essa gente pelo cabresto para a invernada da solidão, para o rincão do, eu solito. Na foto o Moacir Rodrigues com a esposa e o piá Ubiratã, na certa, vão visitar os compadres. Bom estradeio, tchê!
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MARIA FRAGA DORNELLES DA COSTA, Advogada e Escritora, pertence a Estância d
a Poesia Crioula, Academia Literária Feminina do RG do Sul, Academia de Letras dos Municipios do RGS. União Brasileira de Trovadores, Casa do Poeta Rio-Grandense, Sociedade Parthenon Literário, Associação de Jornalistas e Escritores do Brasil, a Associação de Amigos do Jornal Tal & Qual e é Ativista Cultural. Aposentada do Tribunal Regional do Trabalho exerce a função de Cosenselheira Municipal de Cultura, na área de Literatura, em Porto Alegre. Participa de várias Antologias, produziu e editou o livro "Viamão Berço da Colonização Gaúcha" Premios recebidos em poesia: 1º Lugar "Feitiço Vacariano" no Rodeio Internacional de Vacaria; 2º Lugar "Porto Alegre" Troféu Gl?enio Peres, da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Foi eleita Rainha Nacional da Trova. Recebeu o Troféu Mulher Destaque -2003- em Literatura, da Revista Imagem News.
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Luiz Alberto Ibarra, nascido em Uruguaiana em 03/02/1930, Engenheiro Agrônomo. Extraordinário companheiro, foi contemporâneo e amigo do Poeta Vargas Neto. É um dos oitenta e oito fundadores da Estancia da Poesia Crioula. Foi redator da página "Tradição" do Diario de Notícias, e Correspondente do 'Jornal do Dia" É sócio do "35" CTG, desde 1948. É o fundador do CTG "Patrulha do Oeste, em Uruguaiana do qual se originou o CTG Sinuelo do Pago. Promotor da California da Canção Nativa. Colaborou na fundação do CTG Pedro Coutinho. Colaborou, da Vila São Marcos. Participou, junto com Manoelito de Ornellas, Walter Spalding e Sady Scalante, da Comissão Organizadora do 1º Congresso Tradicionalista realizado em Santa Maria. Secretariou o 1º Rodeio dos Poetas Crioulos e foi Secretário da 1ª Diretoria da Estância da Poesia Crioula. Como professor atuou na PUCRGS, Campus 2, Uruguaiana, nos Cursos de Agronomia, veterinária e Zootecnia.Publicou os seguintes trabalhos: "Canção do Sul" poesia -1958- "Carreira de Tiro Longo" poemeto - 1958- "As Mais Belas Poesias Gauchescas" coletânea - 2] volume Ed. Sulina -1962- "Causos de Fronteira" Ed. Martins Livreiro - 1992 - Foi Vice-Presidente da EPC na gestão dos Presidentes Hilario Retamozo e Sergio Padilha 2002-2004. Foi Vice-Presidente de Leo Ribeiro eleito para o biênio 2004-2006 e Vice Presidente de Beatriz de Castro eleitos no Congresso dos Poetas Crioulos para o biênio 2006-2008. ___________________________________________________________________________________
DARCI EVERTON DARGEN, é natural de Sant'Ana do Livramento, campeiro, se considera um gaúcho autêntico. Domiciliado em Porto Alegre desde 1965. É autor de dois livros de poesia crioula " A COMPARSA" E "CHASQUE TERRUNHO". Participa de 13 Coletâneas de poesias. Foi soldado e cabo da Brigada Militar. Escrivão de Polícia aposentado. Preside a AGEI (Associação Gaúchas dos Escritores Independentes.P oeta e declamador, de tão modesto que é não fala nos livros que estão em projetos. É o atual vice-presidente da Estância da Poesia Crioula do Rio Grande do Sul. Um grande companheiro e entusiasmado parceiro nas reuniões onde nos brinda com declamações
ao seu estilo, dos seus mais recentes trabalho.
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LOURIVAL LEITE VILLAS-BOAS,nasceu em Jaguarão e, 17 de agosto de 1923. Estudou no Colegio Elementar Joaquim Castano. Aperfeiçoou-se em Escrituração Mercantil e Matemática Comercial. Foi redator colaborador do jornal O Imparcial, de Jaguarão. Em janeiro de 1941 foi residir em Pelotas. Foi voluntário do Exército incorporando no 9º Regimento de Infantaria. Foi transferido para Porto Alegre como 3° Sargento, lotado na ES da 3ª Região Militar. Estudou no Colegio Rui Barbosa e no Curso Franklin Roosevelt anexo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1946 deixou o Exército no posto de 2º Sargento. Foi Viajante Comercial,Vendedor Pracista e Representante Comercial. Escritor e poeta. Autor do livro "Mancadas e Grossuras". Participou da Coletânea Literária 41 anos da Casa do Poeta Rio-Grandense-2005- da Coletânea do Parthenon Literário -2005-.RSLetras.sócio efetivo da EPC.

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SIDNEI DA ROSA AZAMBUJA nasceu em Uruguaiana. Chegou ás barrancas do Rio Uruguai no dia 18 de julho de 1934. Filho de Teófilo Soares de Azambuja e de Maria Hermínia da Rosa Azambuja. Casado com Adir Bonatto Azambuja. Tem uma filha, Liliane. Até aos 20 anos esteve nas mais variadas lides campeiras em companhia de seu ai. Em 1957 fez o Curso Prático de Ovinocultura, no Posto Zootécnico da Fronteira, da Secretaria da Agricultura do Estadodo Rio Grande do Sul. Especializou-se em classificação de lãs. Após casar-sec oncluiu o Curso Ginasial e fez o Tecnico de Contabilidade. É formado em Ciências Contábeis Atuariais pela FAPCCA. Possui diversos cursos de extensão universitária e aperfeiçoamento. Exerceu a profissão por longos anos. Hoje, aposentado da profissão anda peleando com a literatura. Escritor e Poeta. Autor dos livros " A Estância do Regresso" -2003- "Bueno...Se Me Permitem... -2004-e "Sol de Inverno (poesia) .Foi Tesoureiro de Estancia da Poesia Crioula -2004-2006/2008-atualmente é membro Diretor da Comissão Seletiva da EPC.Grande companheiro e amigo é ativo e constante nas reuniões da Academia Chucra do Rio Grande.

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ROBERTO MARA (nome literário de Francisco Belvedere)nasceu em Lomas de Zamora/Bs.As-Republica Argentina. Naturalizou-se brasileiro em 1969. Foi Tradutor Público em Espanhol-Inglês-Francês-Italiano. Diretor da Editora Bis S/A-1969-1978- Diretor Dep.Editorial da Opus Ed. São Paulo/SP.1978-1982. AUTOR: 07 livros; (Espanha, Portugal. Argentina e Brasil) obteve 18 primeiros lugares em concursos de poesia (Esp-Port.) 08 letras em 1º lugar em Festivais Nativistas, 14 novelas radio-teatro (Arg.-Urug.); 12 peças de teatro (Espanha, Portugal, Argentina e Brasil) TRADUZIU 8 livros editados RS/SP Coordenador-Dic. Master Internacional-Opus (port-ing-port-1979) MEMBRO EFETIVO DA EPC, UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES/SP. SBAT, ECAD, Brasil; ARGENTORES, AA. Autores S/A Act. UADAV-República Argentina. AGADU-Uruguai. Faleceu em Porto Alegre.

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ANTONIO FRANCISCO DE OLIVEIRA nasceu em Enacruzilhada do Sul. Poeta, declamador e letrista. Produtor e Apresentador de programas gauchescos no rádio. Membro da Estancia da Poesia Crioula, da União Brasileira de Trovadores Luiz Müller e do Sindicato dos Compositores. Participou das Antologias do grupo Ronda compiladas pelo poeta Paulo Roberto Fraga Cirne. Na Ronda da Tradição-1983-, Ronda do Carijo -1984-. Publicou o livro "O Gaudério" em parceria com Quintino da Rosa. Publicou seu primeiro livro individual; "Nos Pagos de Encruzilhada" -1990- "Assim era o Amaranto Pereira" -1994- "Veredas Poéticas"-1998- Participou das Antologias de 1998 e 2004 da Estancia da Poesia Crioula. Apresenta o programa Galpão de Encruzilhada na Radio Encruzilhadense. Como colunista é responsavel pela coluna Cultura Rio-Grandense no jornal Correio Popular de Encruzilhada do Sul/Rs. Dedica-se a pesquisa ao folclore e a tradição rio-grandense

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SÃO MIGUEL ARCANJO

Esta foi, contam os historiadores, a principal Redução indígena criada pelo padre jesuita Roque Gonzales e cremos, paraguaio de nascimento. O progresso material e espiritual foi, efetivamente o que alcançou foros de uma organização social bastante semelhante com o socialismo O jesuitas catequizaram os índios guaranis e charruas incutindo neles a crença em Deus e na igreja, submetendo-os aos sacramentos pelos cerimoniais litúrgicos, atraves dos quais dominavam a mente simples e ignorante do nativo brasileiro.Trabalhavam a terra e produziam alimentos para consumo próprio ensinados pelos padres que lhes passavam receitas e fórmulas para cozinhar, ferver, os cereais, legumes e hortaliças cultivados por eles sob suas orientações. Eram artezões, artistas, músicos e construtores. e lentamente evoluiram para a civilização tornando-se seres obedientes as leis estabelecidas pelos jesuitas e muito especialmente aos sacramentos, aceitando o batismo, o casamento religioso e a doutrina católica. São Miguel foi a mais próspera das Reduções até a chegada dos paulistas predadores de índios. Um deles, um tal de Raposo Tavares era maula. Caçava indias e índios fortes e saudáveis, deixando velhos e recem nascidos abandonados posto que seriam um estorvo para a longa jornada de volta, onde venderiam o prodtuto da malfadada preda aos barões paulistas. A descoberta de ouro e pedras preciosdas nas Minas Gerais e nos sertões de Goias desviou a cobiças dos bandeirantes para aqueles lados, abandonando a caça ao índio rio-grandense Os indícios de que tudo se normalizaria levaram índios e padres a reconstrução da Redução arrazada. E quando tudo parecia em paz, Portugal e Espanha discutem a divisão de terras, e num acordo entre as coroas, trocam as posições demográficas: O rei portugues entregava á Espanha a Colonia do Sacramento, e o Rei da Espanha devolvia a Portugal a região missioneira. Com isso levaram consigo mais de tres mil índios. Desta forma a Redução era destruida, e numa resistência heróica, os jesuitas juntaram os indios que lhes restavam para a defesa da sociedade indígena civilizada, peleando corajosamente com os portugueses na histórica guerra guaranítica onde índio e padres foram mortos com bordunas, tacapes, lanças e flexas.^Esse foi triste resultado do Tratado de Santo Ildefonso, o santo que, indiretamente, patrocinou o assassinato em massa de milhares de indios guaranis e charruas

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JUREMA CHAVES


poeta re
gional

ALMA DE CAMPO E CÉU

MINHA ALMA VOA SILENTE
PELAS CAMPINAS DO PAGO,
BEBE O CÉU COLHENDO ESTRELAS
PARA CON
TÊ-LAS NUM VERSO.

ENTRELAÇO A
S RETICÊNCIAS
NUMA CADÊNCIA
SONORA,
MESMO QUE CHOVA LÁ FORA
VERSEJO O SOL, E A LUA
QUE DESFILA SEMPRE NUA
NA AMPLIDÃO DA POESIA,
SE BANHANDO NUM REMANSO
ANTES DE CLAREAR-SE O DIA.

AH! MINHA ALMA DE CAMPO
MISTO DE RUDEZA E TERNURA...
ABRE AS ASAS NAS PLANURAS
NESSE QUERER QUE ME EMBALA,
SÃO BEIJOS QUE O VERSO FALA
QUANDO AS PALAVRAS EMUDECEM

PELA FORÇA DA PAIXÃO...
NA AMPLIDÃO DAS COXILHAS
A BRISA BEIJ
A AS FLECHILHAS,
CARICIAS DO CORAÇÃO.

SÓ QUEM NASCEU NESSE PAMPA

PODE ENTENDER ESSE AFETO,
NO MAIS SINGELO DIALETO
QUE A MÃE NATURA TRADUZ.
ORQUES
TRA DE SOM E LUZ
NA MANHÃ QUE S
E ESPREGUIÇA
SOBRE UMA COLCHA MACIA
DO VERDE CAP
IM MOLHADO,
CHEIROSO DE MAÇANILHA
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FLORISB
ELA CARNEIRO ZIMMERMANN,nasceu no interior do municipio de Soledade. Poetisa, historiadora, folclorista, contista, autora de peças teatrais in fantis folclóricas. Produziu e editou "Candeias de Sonho" -1983- Biribas -1987- pela Fundação Ubaldino do Amaral, de Sorocaba, o livro recebeu o Premio Anual da Prefeitura de Sorocaba como o melhor sobre pesquisa, tendo recebido o Troféu Tropeiro. No mesmo ano destacou-se no regionalismo gaúcho pelo mesmo trabalho. Autora de monografias de Soledade e Ibirapuitã -1989-1992, Num resgate histórico e folclórico da região de campo e serra, junto ao Rio Espraiado escreveu o livro "Marcas da Terra" -1999- recebendo da Prefeitura de Soledade o Diploma de Personalidade do Ano e da Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul, recebeu Diploma de Honra. Em 2002 publicou, em homenagem aos 70 anos da Revolução Constitucionalista, o diário inédito de um combatente com o título de "Memorial de 32". Criou a Rota Histórica da Revolução assinalando lugares ao longo da rota, cujo marco inicial homenageia a Florisbela Pires de Arruda, cognominada heroina da Paz, junto ao Rio Porongos. Foi consultora do roteiro de televisão Saga. Entre vários diplomas recebidos destacou o que lhe foi conferido pela Assembleia Legislativa do Estado em 2005 por sua relevante obra poética, no cenário da literatura gaucha.
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HUGO RODRIGUES RAMIREZ (Hugo Ramirez) (L) nasceu em Uruguaiana, no distrito de Igiquiquá em 1922 e domiciliou-se em Porto Alegre. Pai de 9 filhos é casado em segundas núpcias com a Escritora e Advogada Maria Fraga Dornelles da Costa.Poeta, Advogado, especializado em Direito Público e em Cien
cias Jurídicas e Sociais, respectivamente pela PUCRGS e FUNDAÇÃO GETULIO VARG
AS/RJ. Professor Licenciado em Geografia e História, com Pó-Graduação em História pela UFRGS, lecionou História, Sociologia, Geografia e Espanhol Magistério dos 3 graus sendo alfabetizador no primeiro. Possuia o Curso de Sociologia (incompleto)pela UFRGS e curso de especialização em disciplinas literárias e científicas. Foi presidente da EPC em quatro mandatos..Idealizador e Fundador da Estância da Poesia Crioula. Organizou o 1° Congresso dos Poetas Nativistas foi patrono eleito em 1988. Foi Presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho-1969/1970/1971 e pertenceu ao seu Conselhos de Vaqueanos. Integrou a UBT/P.A, a Casa do Poeta Rio-Grandense, UBE/RS, Gremio Literário Castro Alves que presidiu e instituiu as Caravanas Castroalveanas da Brasilidade. Publicou mais de 70 obras em poesia, ficção, ensaio e crítica. Foi distinguido com as láureas Medalha Raul Bopp e Silvio Romero; Premio Érico Veríssimo; Medalhas Luiz Carlos Barbosa Lessa e Jayme Caetano Braun. Foi Vice-Presidente do Conselho de Cidadãos Honorários de Porto Alegre.
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SUED JOSE TORMANN MACEDO, pelotense, pedreiro aposentado nascido a 28 de janeiro de 1934, n
o bairro Fragata, 4ª Entrada da Vila São Francisco. Filho de Waldemar Monks de Macedo e Aideé Maria Tormann de Macedo. Estudou no Grupo Escolar Municipal D. Mariana Euphrasia, Grupo Escolar Dr. Augusto Simões Lopes e Colegio Estadual Dr. Cassiano do Nascimento. Da união com Maria José Porto Rios nasceram seus filhos André Luiz, professor, artista plástico, cartunista (Alma) e Tania Maria, professora de Educação Física formada pela Escola Superior de Educação física da UFRGS.Do casamento com Leila Maria Pinto Macedo nasceram Silvia Daniela formada em Administração Hospitalar pel UNISINOS. Humberto Luiz, Tecnico em Informática, e Sued Filho. 3º Dan em Taewkondo. Na radio Liberdade de Canguçu criou e apresentou os programas "Tangos Dentro da Noite" " Chão de Estrelas" e o esportivo "Bola na Rede" nos anos 70 e 80. Também foi comentarista e reporter esportivo nas jornadas esportivas lideradas pelo radialista e Diretor do Departamento de Esportes da Radio Liberdade Lineu G. Fonseca. Foi vice-presidente da Liga Canguçuense de Futebol -LCF- 84/86. Presidente do seu Tribunal de Justiça Desportiva- TJD- Foi membro atuante da União Brasileira de Trovadores-Secção de Pelotas- Publicou seu primeiro livro de poesias sob o título de "Os Mensageiros das Labaredas" -1980- Idealizou e fundou o "Grupo Nativo Alencarino Galo Pinto" Tem pronto para editar. "Canto Nativo" -poesia- "Sonetos Rio-Grandenses", "Vuelos del Pajaro Sureño" -poesia- "No Balanço do Andaime" -contos- "Contos da Acanguaçu" -contos-"Cadeira de Barbeiro" em produção. "Fragmentos Científicos -ensaio- É membro da Estância da Poesia Crioula desde 2002. Foi seu Secretário de Atas por 6 anos consecutivos.
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A MUSICA DO RIO GRANDE. O pago crioulo não precisa importar música e rítmo gringos. porém há os que gostam de outras culturas e compreendemos que cada um tem o direito ás suas preferências. Preferimos manter as nossas por sua autenticidade e por nos identificarmos com as primeiras manifestações culturais, ainda que rústicas, primitivas, já existentes entre nossos nativos ,e as que foram trazidas pelos primeiros emigrantes. A diversidade de culturas musicais caracteriza a desidentidade nacional. O Brasil não parece possuir identidade própria. O samba e o chorinho, que seriam seus rítmos musicais característicos relegam-se a um plano secundário favorecendo as indústrias fonográficas estrangeiras importando-se modismos musicais degenerativos como são os atuais promovendo o aparecimento de individuos, supostos cantores, apologistas da criminalidade em todas as suas manifestação, apoiados, provavelmente, por facções criminosas com acesso a mídia eletrônica e televisiva. Por isso peleamos por nossas manifestações culturais e não aceitamos, como repudiamos, indivíduos como esse gringo, contestador dos nossos valores culturais e possivel canal de internacionalização do Brasil ou de sua norte-americanização pela cultura ianque. Na foto um gaiteiro, um guitarreiro e um cantor que poderia estar ritimando a sua música com um bumbo leguero, o nosso instrumento de percussão. Nossas músicas cantadas e dançadas são melodias e rítmos conhecidos como: vaneira(vanera)chamamé(vaneirão,(vanerão) xote,bugio e outras mas.

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ALENCARINO GALO DE SOUZA PINTO, Criador de gado em Canguçu, pai de uma familia numerosa e cultora das tradições gaúchas. Era desse tipo de gaucho cuja palavra era um tiro que sempre soube honra-la e dignifica-la, um exemplo para os modernistas cultores do "aqui e agora" Foi um dos tres primeiros proprietários do Ford "(bigode) a rodar pelo interior de Canguçu. Generoso, seu rancho sempre acolheu o forasteiro com pelego, churrasco, canha e chimarrão de apojo verde e sumoso. "Seu" Alencarino é um daqueles ancestrais que mereceu o respeito e o carinho dos seus contemporâneos.
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ESPLÊNDIDO ANIMAL!


BELO E VIGOROSO MACHO
















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O VERDADEIRO PATRIOTA RIO-GRANDENSE NÃO NEGA A NACIONALIDADE CRIOULA POR QUE É O CERNE DE SUA RAIZ ANCESTRAL

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MONUMENTO AO LAÇADOR

O monumento ao Laçador esteve, desde sua inauguração, no final do Avenida Farrapos de onde foi retirado para a construção do Viaduto Leonel de Moura Brizola. Foi transferido pa ra Avenida dos Estados proximo ao Aeroporto Salgado Filho. No local foi construido um belíssimo sítio ajardinado e com bancos para os visitantes e turistas sentarem, A famosa obra de arte modelada em bronze pelo escultor pelotense Antonio Caringi, teve como modelo o não menos famoso poeta e folclorista João Carlos de Ávila Paixão Cortes

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As prendas da Invernada Artística do CTG Juca Ruivo da cidade de Maravilha, no oeste de Santa Catarina. Darci Dargen, Genezi Dargen e o presidente Machado Leal tiveram a oportunidade de ve-las dançando com seus parceiros de dança, nas festividade do Quinquagésimo aniversario do progressista municipio catarinense e no quadragésimo ano de existência do cetegê. Foram anfitriões dos nossos, os companheiros doutores, Jose Alberto Barbosa e José Pilatti de Florianópolis, ambos sócio correspondente da Estância da Poesia Crioula do RGS
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ACADEMIA CHUCRA DO RIO GRANDE
Casa de Hugo Ramirez

Hugo Ramirez, ao deixar Uruguaiana para continuar seus estudos em Porto Alegre, não imaginava que um dia poderia tornar-se uma liderança efetiva, ativa e ascendente na incipiente cultura e literatura regionalista gaúcha. Junto com outros companheiros, conseguiu arregimentar em torno de si e do ideal que tomava forma no pensamento e no coração, uma plèiade de literatos rio-grandenses pouco difundidos, quase desconhecidos das gentes do "povero". Suas criações poéticas limitavam-se aos galpões da estância e ao descanso nos rodeios de marcação recheados de cantoria, trovas de desafio, e declamações das obras dos poetas mais conhecidos e de alguns anônimos, cujo estro empolgava e entusiasmava os admiradores circunstanciais. O trabalho de Ramirez culminou na criação da Estância da Poesia Crioula, que, ao longo de cinquenta anos se fez respeitada e admirada no estado e fora dele. Oitenta e sete companheiros de Ramirez alicerçaram o edificio dessa entidade do nosso regionalismo cultural e literário e no dia 29 de junho de 1957 realizaram o Primeiro Congresso dos Poetas Crioulos do Rio Grande do Sul, e no dia seguinte, 30 de junho, redigiram e assinaram a Ata de Fundação da Estância Crioula do Estado do Rio Grande do Sul. Glória ao fundador da EPC! E que o patrão da Querência do Céu lhe cinja a fronte com os louros das suas conquistas, na mais intima convivência com os poetas que o precederam no rancho da eternidade.

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CINQUENTENÁRIO DE MARAVILHA

O presidente José Machado Leal, o vice-presidente Darci Everton Dárgen e sua esposa Genezi, representaram a Estância da Poesia Crioula do Estado do Rio Grande do Sul nas festividades dos 40 anos do CTG Juca Ruivo, do cinquentenário de fundação do Munmicípio de Maravilha e da solenidade de inauguração da estátua do seu fundador, José Leal Filho, o Juca Ruivo. Recepcionados pelo Dr.José Isaac Pilatti foram hospedados no Maravilhas Park Hotel na madrugada do dia 11 de julho. No entardecer desse dia, nas dependências do cetegê, foram apresentados ao Prefeito, Juarez Viccari, ao Patrão Dr. Luiz Hermes Brescovici. Leal em breves palavras enalteceu a importância de Leal Filho para o povo maravilhense e para as letras do Rio Grande. Declamou "Encontro com Juca Ruivo" de Jayme Caeteno Braun. De imediato o Dr. Pilatti, como presidente da Academia Desterrense de Letras, usou da palavra exaltando o progresso da cidade e lembrando que sua familia fez parte dos primeiros desbravadores do municipio. Darci Dárgen convidado, declamou o poema de sua lavra "Juca Ruivo" homenageando o fundador e foi muito aplaudido. O patrão do cetegê pediu o poema para fazer parte dos anais da entidade. o Dr. José Alberto Barbosa, de Jaraguá do Sul, em nome da EPC, do qual é sócio e a pedido do presidente Leal, discursou traçando o perfil do homenageado, falando de suas qualidades e do espírito de pioneiro e desbravador, e da amizade que os unia ao tempo em que fora o primeiro Promotor Público da cidade. A noite jantaram uma apetitosa feijoada e assistiram a apresentações de danças da invernada artística do CTG Juca Ruivo. No dia seguinte, sábado, após conhecerem os locais bonitos, pitorescos e aprazíveis do municipio,saborearam o arroz de carreteiro, estiveram na Rádio Difusora de Maravilha conduzidos por seu Diretor, o professor Elói José Ranzi onde declamaram seus versos. No domingo, pela manhã voltaram a fazer-lo e desta feita, no programa gauchesco do Chiru Gaudério. Posteriormente se deliciaram com um excelente churrasco. A tarde, encerradas as suas participações nas festividades e após as despedidas, retornaram ao pago.

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GALERIA DOS EX-PRESIDENTES


  1. Hugo Ramirez: 1957-1959.
  2. Nitheroi Ribeiro: 1959-1960.
  3. Jayme Caetano Braun: 1960-1961.
  4. Guilherme Schultz Filho: 1961-1963.
  5. Hugo Ramirez: 1963.
  6. Ciro Gavião: 1963-1964.
  7. Mozart Pereira Soares: 1964-1966.
  8. Pery de Castro: 1966-1967-1968-1969-1970.
  9. Guilherme Schultz Filho:1970-1971-1972.
  10. Hélio Moro Mariante: 1972-1973-1974.
  11. José Paim Brites: 1974-1975-1976.
  12. Zeno Cardoso Nunes: 1976-1977-1978-1979-1980.
  13. Vasco Mello Leiria: 1980-1981-1982.
  14. José H. Ajala Retamozo: 1982-1983-1984-1985-1986.
  15. Francisco Pereira Rodrigues: 1988-1990.
  16. Dias Francisco Fiorenzano: 1990-1991-1992.
  17. José H. Ajala Retamozo: 1992-1993-1994,
  18. Caio Flavio Prates da Silveira: 1994-1995-1996-1997-1998-1999-2000.
  19. José H. Ajala Retamozo: 2000-2001-2002.
  20. Sergio de Laforet Padilha: 2002-2003-2004.
  21. Léo Ribeiro de Souza: 2004-2003-200
  22. Beatriz de Castro: 2006-2007-2008.

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EVENTOS LITERÁRIOS

Concurso de trovas gauchescas "JOSÉ BARROS DE VASCONCELLOS"
Concurso de poesia "TAVEIRA JUNIOR"
Concurso de contos"ALCIDES MAIA"
Concurso Nacional de sonetos "NILZA CASTRO"
Concurso literário "CRISTOVÃO PEREIRA ABREU

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VINÍCIUS RIBEIRO E O MONUMENTO Á JAYME CAETANO BRAUN


O artista é são-luizense, ísto é, é natural de São Luiz Gonzaga, conterrâneo do payador do Rio Grande. O extraordinário trabalho que realiza é uma obra de fôlego e reveladora de todo o seu talento de autodidata. Como sempre digo, o autodidatismo não é nada mais, nada menos do que lembranças de uma vida anterior em que foi um renomado artista da cinzel Se nasceu escultor é porque foi escultor. Não tenho a menor dúvida quanto a isso. <|P>









DOE LIVROS DE AUTORES REGIONALISTAS GAÚCHOS EM PROSA E VERSO Á ESTÂNCIA DA POESIA CRIOULA
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